terça-feira, 13 de novembro de 2012

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Eu e o Caio, na saída do hospital. Ele, com dois dias de vida.


Gerar um filho é, sem dúvida, a experiência mais incrível pela qual eu já passei nesses meus vinte e cinco anos de vida. Desde o primeiro minuto de ciência até o momento crucial, aquele em que apresentam o serzinho que cutucava você na sua barriga, a gravidez é emocionante, intrigante e cheia de surpresas. Além disso, a contagem progressiva, semana a semana, passa a ser o seu calendário essencial: já não se pensa mais que é dia treze de novembro: pensa-se em quantas semanas e dias de gestação você está e quantas ainda faltam para o nascimento. A espera parece longa, interminável... e, ao mesmo tempo, o tempo voa: não foi ontem que a sua barriga ainda nem aparecia? que você fez aquela ecografia em que mal dava para visualizar a silhueta de um bebê? que morria de curiosidade e queria fazer de tudo para descobrir se terá um menino ou uma menina?
O melhor de tudo é poder dividir essa fase com as pessoas de quem você gosta e que querem bem a você e à nova vida que vem chegando. Infelizmente, nem sempre dá para visitar todos os amigos e contar as boas novas, tampouco lembrar de ligar para todos e avisar que já descobriu o sexo do bebê, que já está entrando na trigésima semana ou mesmo enviar um e-mail a todos com a primeira foto do seu filho fora da barriga. Nesse ponto, o Facebook foi essencial na minha vida e na das pessoas que estão ao meu redor: desde o primeiro "TÔ GRÁVIDA", no dia 24 de janeiro, até o dia de hoje, em que registro as novidades diárias do meu amado filhote, cada post vira um evento: dezenas de curtidas e de comentários. Assim, eu conto ao mundo o quanto a maternidade me transformou e os meus parentes e amigos têm a oportunidade de acompanhar o crescimento e cada notícia do Caio com o simples rolar de uma barra. 
Nos últimos posts, o pessoal começou a sugerir que eu criasse um blog. Talvez porque os meus textos estejam ficando tão grandes e reflexivos que o Facebook, por característica, não comporte; talvez porque uma página dê a liberdade de escrever mais e de tornar um diário a nova vida que venho descobrindo. Como eu adoro escrever, gostei da ideia... e aqui estamos!! Os microposts continuarão no Facebook, mas vou me dedicar um pouquinho a descrever melhor cada momento relevante que eu e o Eduardo, meu marido, passarmos ao lado do nosso filho. Vai ser legal publicar algumas dicas, fazer enquetes, compartilhar medos e alegrias que o desenvolvimento do bebê proporcionam. Assim, a cada novo post, vou adorar ler a opinião de mães que já passaram por isso e acrescentar algo às mamães que ainda passarão por esse estágio. 
Uma vez, no Facebook mesmo, eu comparei a maternidade a um portal celestial. Era como se eu estivesse aguardando, em uma fila, pela minha vez de atravessar esse portal. Quanto mais eu me aproximava dele, mais podia ver as mãezinhas com semanas à minha frente passando por essa grande porta branca, saindo do outro lado com seus bebês no colo. Mais ainda eu ansiei pela minha vez. Até que ela chegou. E agora, que eu estou do outro lado, faço questão de aqui permanecer, para acolher as mães que estão por vir e para conversar com aquelas que estão vivenciando ou já passaram pelo mesmo que eu. Espero que você, que está lendo esse enorme texto (minha marca registrada, não consigo evitar), volte a visitar esse blog, se for do seu interesse passar por esse maravilhoso portal, se já tiver iniciado a caminhada para a travessia ou se já estiver com seu filho nos braços, na mão ou em estágios mais avançados. Porque uma coisa eu ouvi a vida inteira da minha mãe e, hoje, posso dizer com toda a propriedade: quando você for mãe, vai saber.


=)

3 comentários:

Eduardo Velasques disse...

Ansioso pelo próximo post, PARABÉNS!
O Papai feliz se sente orgulhoso em fazer parte da grande maioria destes momentos maravilhosos.

AMOS>>>>

Professora Elizete Bohrer disse...

olá!!!!!Amanda adorei o eu texto e como te dei a ideia de um blog...acho legal.. para q possamos acompanhar td..e como vc sabe escrever como ninguem...ja te digo q adoreiii o 1º texto...continue pq estaremos aqui...contando as horas pra proxima postagem....bjus

Anônimo disse...

Oi!
Adorei o seu post sobre a saga das assaduras do Caio!
Meu bebê tem 8 meses e está passando pela mesma situação! Estou quase enlouquecendo, mas tenho fé que ele vai melhorar!
Parabéns! O Caio é lindão!
Abs,

Lorys

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